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Evento Paralelo:

I ENCONTRO MÍDIA E ÁREAS PROTEGIDAS


Data: 6 de dezembro de 2006
Horário: das 14 às 17h
Local: Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH)
Campus da UFRJ - Praia Vermelha

Vagas limitadas

Inscrições:
encontromidia@yahoo.com.br

Programação:

Abertura


A estratégia de comunicação do PNAP Ministério do Meio Ambiente
Iara Vasco Ministério do Meio Ambinte

Mídia, você é Verde?
Maria Cecícila Trannin - EICOS-IP-UFRJ

A estratégia de comunicação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA)
Márcia Soares - Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO)

Homem e natureza: Como a mídia pode contribuir para o entendimento da complexidade dessa relação?
Vilmar Berna - Revista do Meio Ambiente

Informação: Ferramenta de participação e inclusão social?
Marta Irving e Rosa Pedro - EICOS/UFRJ

Debate/Mediação: Fernando Guida - Programa Ecologia e Cidadania - Interativawebtv

 

O objetivo deste encontro é mobilizar jornalistas especializados na cobertura de temas ambientais, para o debate sobre a importância da difusão da informação, no âmbito do Plano Nacional de Áreas Protegidas (PNAP), instituído pelo Decreto Nº 5.758, de 13 de abril de 2006.

Inspirado em premissas da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), o PNAP representa um conjunto de diretrizes que objetiva reduzir a perda de biodiversidade nas Áreas Protegidas terrestres e marinhas, promovendo a inclusão social, e a participação da sociedade no processo de tomada de decisões. Um de seus objetivos específicos é promover a implementação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), instituído pela Lei Nº 9985/2000.

Para construir as bases do PNAP, um dos instrumentos utilizados no processo de discussão e articulação com a sociedade é o Fórum Nacional de Áreas Protegidas, uma ferramenta virtua,l criada em 2004, que, a partir de agora, servirá de suporte à implementação do Plano.

A organização do Fórum é composta de um presidente, um coordenador, além de um secretário executivo, e de grupos temáticos tais como Gestão Participativa, Monitoramento da Biodiversidade e Sustentabilidade Econômica. Esses grupos são formados por dois coordenadores técnicos e uma comissão técnicocientífica. Participam do Fórum pessoas físicas, representantes de órgãos públicos, organizações ambientalistas, sociais, populações indígenas, quilombolas (descendentes de escravos), instituições formadas por trabalhadores, empresários, cientistas, entre outros segmentos.

Levando em consideração que o PNAP prevê a construção de uma estratégia de comunicação, e considera o acesso à informação uma prioridade para o alcance de suas metas, este encontro pretende, além de motivar um debate, levantar sugestões dos profissionais especializados para apoiar a consolidação dessa política pública que se destina à proteção da biodiversidade e que incorpora a participação social como instrumento de exercício da cidadania.

O PNAP conceitua Áreas Protegidas como “ áreas definidas geograficamente, cuja regulamentação e/ou administração promovam a proteção, conservação, recuperação e o uso sustentável da biodiversidade, bem como a repartição justa e eqüitativa dos benefícios, contemplando de forma prioritária as Unidades de Conservação, as Terras Indígenas e os Territórios Quilombolas”, (MMA,2006).

As demais Áreas Protegidas são tratadas no âmbito do PNAP segundo a abordagem ecossistêmica, no planejamento da paisagem.


Realização

Programa de Pós-Graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia
Social (EICOS) do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Equipe Organizadora

Cláudia Horta
Elizabeth Oliveira
Maria Fernanda Alegria
Sultane Mussi